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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Guia Verde Eletrônico

O Greenpeace acabou de disponibilizar o marcardor das Indústrias de Eletrônicos, 12ª Edição. De uma olhada:

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Nós continuamos de olho nas boas empresas, para também nos inspirarmos para a melhoria de nossas políticas de sustentabilidade!
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domingo, 30 de agosto de 2009

Floresta Amazônica Registra Recuperação de 20% da Área Derrubada

Recuperação trás animação entre ambientalistas. Mas, eles alertam, essas matas têm vida curta!

O primeiro mapa da regeneração florestal na Amazônia traz uma notícia boa e outra má. A boa é que 20% de tudo o que foi desmatado na região entre 1988 e 2007 se recuperou, formando matas secundárias (capoeiras). A má é que essas matas secundárias têm meia-vida curta: em menos de cinco anos metade da área regenerada volta a virar lavoura e pasto.
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Assim, dos estimados 132 mil km² de florestas secundárias que existiam na região em 2006, 60 mil terão sido reconvertidos em 2011. Segundo o pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que elaborou a estimativa, entender a dinâmica de perda e ganho dessas capoeiras é crucial para saber quais são as reais emissões de CO2 do Brasil por desmatamento: afinal, enquanto se regenera, a floresta sequestra carbono do ar. O atual inventário brasileiro de emissões considera uma regeneração de 12%.
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Os cálculos sobre a regeneração foram feitos por Claudio Almeida, diretor do Centro Regional da Amazônia do Inpe, inaugurado ontem em Belém. São estimativas ainda preliminares, feitas com base em 26 imagens de satélite (cenas) do Prodes, o sistema de sensoriamento remoto que calcula a taxa oficial de desmatamento.
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"Vamos concluir até novembro um levantamento de porta a porta, com quanto entrou e quanto saiu (se perdeu) de vegetação secundária em 2008", disse Almeida.
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O dado deverá vir acompanhado de uma estimativa de quanto carbono essas novas vegetações conseguem absorver, em comparação com o que é emitido pelo corte raso.
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Tapete amarelo - O Prodes mapeia desde o fim dos anos 1980 a perda de floresta na Amazônia, mas ninguém sabe direito o que acontece com a vegetação depois. "A gente não olha mais para a cena depois que ela entra no tapete amarelo", diz Almeida. "Tapete amarelo" é como os técnicos do Inpe chamam as áreas desmatadas, marcadas nos mapas do Prodes com essa cor.
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O primeiro mergulho no tapete amarelo tem revelado um ciclo de abandono e retomada das pastagens. "Num dado momento, o proprietário fica descapitalizado e abandona o pasto. Dali a três, quatro anos, ele vende a área e o pasto é limpo de novo, ou ele mesmo refaz a pastagem", afirma o cientista.
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Ontem Almeida divulgou os dados de regeneração para Amapá, Mato Grosso e Pará. Mato Grosso detém o pior índice. Cerca de 11% dos 201,7 mil km2 derrubados no Estado voltaram a ter algum tipo de floresta. No Pará, foram 22%, dos 233,4 mil km2 desmatados. No Amapá, um quarto (ou 25%) dos 2.440,3 km 2 destruídos pelo homem se regenerou.
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Segundo Paulo Barreto, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), os números são positivos. "Se você considerar que as áreas foram desmatadas para serem usadas, é bastante coisa", diz. Segundo ele, as diferenças regionais se devem aos fatores econômicos e naturais que limitaram o desenvolvimento da pecuária ou da agricultura.
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Ainda não se sabe o estágio dessas florestas secundárias, nem há por enquanto a diferenciação entre reflorestamento e crescimento natural.
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As informações devem ser captadas ao longo do levantamento, que se tornará anual. Com ele, será possível aferir, além da regeneração florestal, quais áreas se tornaram pastos e quais são lavouras. Hoje, o dado é compilado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mas com base só em declarações dos fazendeiros. É tido como inexato.
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31/08/2009
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Greenpeace Pede "Desmatamento Zero" na Amazônia até 2015

Pedido antecede a 15ª Reunião da Convenção do Clima, que será do dia 7 ao dia 18 de Dezembro na Dinamarca.

Ativistas da organização não governamental Greenpeace promoveram uma manifestação no sábado (29) no Parque Ibirapuera, próximo à Assembleia Legislativa, marcada por um apitaço para chamar a atenção do público sobre a 15ª Reunião da Convenção do Clima, que será realizada de 7 a 18 de dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.

Eles instalaram um relógio em um das entradas do parque – como parte da campanha Tic Tac Tic Tac – que vai fazer a contagem regressiva dos 100 dias que faltam para o encontro.

Também recolherem assinaturas em favor de medidas propostas pelo Greenpeace ao governo brasileiro."Queremos que o governo brasileiro zere o desmatamento até 2015 na Amazônia e que gere mais energia renovável”, disse João Palocchi, coordenador de uma das campanhas da ONG no Brasil.Segundo ele, a expectativa é que o país se coloque de forma mais ambiciosa no cenário externo, defendendo redução de pelo menos 40% das emissões dos gases que causam o aquecimento global.

"Queremos que haja contribuição financeira para que países em desenvolvimento possam crescer sem cometer os mesmos erros que os Estados Unidos e a Europa cometeram, de emitir muitos gases de efeito estufa queimando muito carvão e petróleo".

31/08/2009

FONTE: http://noticias.ambientebrasil.com.br

É melhor jogar papel higiênico no lixo ou no vaso?

Depende. Se o esgoto do seu bairro for mandado para uma estação de tratamento, o indicado é jogar no vaso sanitário.


O papel higiênico – tanto faz se mais fino ou mais grosso – vai ser parcialmente dissolvido na água e o que chegar à estação de tratamento será separado e descartado em um aterro sanitário junto com os demais resíduos sólidos”, explica Hélio Padula, gerente de serviços da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

A pessoa só não pode exagerar na quantidade de papel por vez para evitar entupir o vaso ou as instalações hidráulicas da casa”, diz. Se for jogado no cesto de lixo, o papel também vai parar no aterro, porém, por ser embalado em sacos plásticos, seu impacto ambiental é maior – plásticos, como se sabe, levam décadas para ser decompostos na natureza.

Caso sua cidade não conte com uma rede coletora de esgoto ou uma estação de tratamento (para se informar disso, ligue para a concessionária de esgoto local), jogue o papel higiênico no lixo do banheiro. Quando lançado no vaso, ele entope mais rapidamente a fossa séptica (tanque enterrado no jardim ou quintal da casa para onde vai o esgoto doméstico quando não há rede coletora). Ao mesmo tempo, aumenta a poluição das águas, já que o esgoto de cidades sem estação de tratamento é despejado in natura em rios ou no mar.

Fraldas, absorventes higiênicos e camisinhas devem ser jogados no lixo.
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Fica aí a dica!
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Até mais,
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Global Limp!

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