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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Siga os 3 Rs

Sigua os 3 Rs nesta ordem: primeiro você REDUZ, então depois pensa em REUTILIZAR e, no fim, RECICLAR.
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Conheça agora os 3 Rs:
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REDUZIR + REUTILIZAR + RECICLAR
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REDUZIR:
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Se o lixo é um problema o melhor resíduo que existe é o que não foi gerado. Pena que é impossível viver sem produzir restos, mas é possível diminuir a quantidade produzida.
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Ao repensar a relação que temos com as nossas sobras podemos identificar situações em que uma outra conduta fará enorme diferença no volume de lixo gerado.
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Quando fizer compras num supermercado o consumidor pode escolher produtos que venham com menos embalagens ou com embalagens mais resistentes e reutilizáveis. Pode ainda levar os produtos para casa em uma bolsa de compras própria, evitando o uso de muitas sacolas plásticas.
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No momento da escolha de bens duráveis (fogão, móveis, eletrodomésticos) podemos optar por modelos de melhor qualidade, com garantia, que durem mais reduzindo a necessidade de comprá-los de novo em breve.
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De carona na redução do lixo vêm os cuidados com o consumo de água, energia e combustíveis. Estes cuidados nem sempre estão ligados à questão dos resíduos, mas combinam com a responsabilidade ambiental de todos nós, dependentes da matéria-prima, água, energia e combustíveis.
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O uso racional dos recursos e da nossa lixeira é o mais poderoso protetor do ambiente e da nossa qualidade de vida. Portanto, reduzir é ótimo para a vida do planeta!
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Também não podemos ignorar o desperdício de alimentos. Antes mesmo de se tornar lixo os alimentos desperdiçados já são um problema e uma vergonha nacional. O combate à miséria brasileira é batalha de longa data e sempre se soube que o desperdício no Brasil é imenso, provavelmente capaz de reduzir muito a fome em nosso país. Fruto de falhas no sistema de produção (lá no campo), distribuição e utilização dos produtos agrícolas (em qualquer cozinha), o desperdício de alimentos é o cartão de visitas de uma sociedade ainda longe de saber o valor do que possui, e que por isso desperdiça tanto.
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REUTILIZAR:
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É dar novo uso a um material que já foi usado.
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Boa parte dos nossos resíduos pode ser reaproveitada de várias maneiras. Assim como na REDUÇÃO basta refletir sobre os materiais que manuseamos no nosso dia-a-dia. Aí surge o uso dos dois lados do papel, a utilização de potes diversos para guardar sobras de alimentos na geladeira, latas que viram porta-lápis e etc. A imaginação não tem limite!
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Dentro do REAPROVEITAR também podemos alojar a idéia de trocar objetos com amigos, freqüentar sebos, brechós e a super atividade de recuperar de tudo, que além de evitar a produção excessiva de lixo, serve para exercitar a criatividade e a habilidade manual. Veja os passo-a-passos.
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RECICLAR:
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Reciclar é transformar de modo artesanal ou industrial um produto usado em um novo produto, igual ou diferente do original. Essa transformação deve ser química e/ou física, daí a diferença do reaproveitamento que não altera a matéria de maneira tão profunda . Veja aqui o processo de reciclagem de PET.
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Os benefícios da reciclagem são muitos: economia de matéria-prima, de energia e de água. Mas as dificuldades não são poucas. Cada material deve ir para uma fábrica diferente, o que demanda um esquema de separação anterior à coleta (que nesse caso tem que ser diferenciada) ou depois da coleta (quando o material sujo perde parte de seu valor de comercialização). Além disso, nem todas as regiões possuem fábricas que façam a reciclagem de todos os materiais e aí nem sempre adianta separar.
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É comum que a venda dos materiais não cubra os custos da coleta seletiva e a Prefeitura pode achar que o estímulo à reciclagem não compensa. Por isso é fundamental que o órgão público encare a coleta seletiva de materiais recicláveis não só pela questão econômica, mas como um benefício social e ambiental para toda a sociedade. Se fizer a coleta seletiva integrada a um importantíssimo sistema de gerenciamento de resíduos, todos os benefícios (sociais, ambientais e econômicos) serão muito maiores. Esse sistema é a maneira mais completa de lidar com o lixo municipal, pois além de coleta seletiva e reciclagem, se preocupa e atua com relação ao lixo tóxico, lixo orgânico, aterro sanitário, lixão, impactos da coleta e da disposição, custos, questões de saúde pública e de emprego.
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Quando refletimos e agimos sobre a questão do lixo em casa, na escola, no trabalho, na prefeitura e na rua, percebemos o quanto é possível que cada um de nós faça uma diferença enorme diante deste problemão. Ao assumir nossas responsabilidades sobre esta e todas as questões da sociedade, estamos de fato virando cidadãos e construindo uma nação de verdade.

Moral da História

Para arrumar o planeta, devemos primeiro começar pela nossa casa:










(Clique na imagem para ampliá-la)

domingo, 30 de agosto de 2009

Os Produtos de Limpeza e os Impactos Ambientais

Produtos ecolócios não são só moda. Eles têm muita importância. Veja o porquê:

Os produtos de limpeza sempre estiveram atrelados a problemas ambientais. Antes mesmo do aparecimento dos produtos sintéticos, o sabão já apresentava o problema de deixar as águas muito alcalinas (duras), deixando também uma película insolúvel sobre a superfície da água. Na década de 1960, foram elaboradas leis na Europa para limitar a grande quantidade de espuma que geravam os detergentes sintéticos.
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Atualmente, os níveis de fosfatos nos detergentes são controlados por lei. Entretanto, o acúmulo dessas substâncias nos rios, lagos e praias, que recebem esgotos, pode prejudicar a vida das plantas e animais que vivem nestes locais. Isto porque formam uma espuma branca ("cisne-de-detergente") que reduz a penetração do oxigênio do ar na água, diminuindo assim o oxigênio disponível na água para respiração desses seres. Os fosfatos também favorecem a multiplicação de algas vermelhas, que em excesso também prejudicam a oxigenação da água (processo chamado de eutrofização das águas). Outra preocupação é com a degradação do produto. Embora no país a lei determine que os detergentes devem ser biodegradáveis, alguns fabricantes não respeitam essa norma.
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Mesmo para aqueles que seguem a legislação de seu país, existem controvérsias a respeito do impacto que esses produtos causam nos ecossistemas aquáticos. Por exemplo: na Europa, um produto pode receber a denominação de biodegradável se as substâncias tensoativas residuais forem de apenas 10% após 28 dias do descarte do produto na água.
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Segundo os fabricantes de limpadores ecológicos, há uma falha na legislação que nada fala sobre os outros ingredientes desses produtos sintéticos, que podem chegar a 80% dos componentes totais de um produto. Nos limpadores convencionais, esses ingredientes não são biodegradáveis e o pior: são tóxicos para a vida aquática nos oceanos - sobretudo os derivados de petróleo.
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Um exemplo de aditivos sintético usado nesses produtos é dos conservantes. Estes são substâncias acrescentadas em pequenas quantidades em produtos de limpeza para garantir a durabilidade dos mesmos. Geralmente são: antioxidantes, que impedem a oxidação; os anti-sépticos que protegem das contaminações microbianas no processo de fabricação e utilização; e os fungicidas, que impedem a proliferação de mofos e fungos.Eles podem ser naturais ou sintéticos, embora a maioria das empresas opte pelos sintéticos pela facilidade de manuseio e preço, mas estes podem trazer danos a saúde, em longo prazo.
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Outro problema é que muitos produtos de limpeza possuem substâncias a base de cloro. O cloro em pó ou em pastilhas usado para desinfecção de piscinas,contêm estabilizadores e outras substâncias muito prejudiciais como o mercúrio e outros metais pesados,. Estes metais pesados não só contaminam a água da piscina, mas também, as águas subterrâneas, através das descargas da água de lavagem do filtro de areia, chegando aos oceanos. Algumas substâncias derivadas do cloro como as cloroaminas, ou os organoclorados, além de cancerígenas, têm a capacidade de se acumular na cadeia alimentar prejudicando a fauna e podendo intoxicar os seres humanos pela ingestão de frutos do mar.
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Finalmente, é importante ressaltar que a poluição das águas nos rios, lagos, mares e oceanos ocorre não apenas pelo despejo individual de uma substância ou outra mas também pela reação química resultante da soma dos inúmeros produtos de limpeza que usamos em nossas residências: detergentes, sabão em pó, amaciante, sabonetes, shampoos, cremes dentais, desinfetantes, limpa-vidros, água sanitária ( com 2% de cloro ativo), amoníaco, entre outros. Essa combinação potencializa os impactos sobre a qualidade das águas, sobre a fauna e flora dos ecossistemas, assim como aumenta o perigo para as populações que consumirem estas águas ou se alimentarem desses animais aquáticos posteriormente.
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Como os leitores puderam constatar, o potencial que os produtos de limpeza sintéticos possuem para causar danos à saúde humana e ao meio ambiente é grande. Por essa razão devemos optar por produtos de limpeza ecológicos, já presentes no mercado brasileiro e que custam tão pouco ao bolso.
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31/08/2009
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Materiais Recicláveis

O que eu devo ou não separar?

Alguns materiais podem ser reciclados, mas pela dificuldade e pelo baixo retorno comercial, quase não há divulgação.

A tecnologia, a necessidade e a busca por novos negócios com os resíduos também criam novas possibilidades a todo momento. Assim, por falta de conhecimento ou interesse, materiais que tem sua reciclabilidade assegurada, figuram em listas como não recicláveis.

Montamos uma lista para sanar as suas dúvidas e ajudar você a ajudar o planeta.
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Clique nas imagens para ampliá-las. É muito interessante que você tenha esta lista, procure imprimí-la (em papel reciclável, é claro) para mantê-la sempre por perto. É bom ressaltar que, em casa, não é necessário separar cada item. O importante mesmo é separar o lixo reciclável do lixo orgânico (comidas). Procure sempre limpar os materiais recicláveis e desmontá-los, para que você economize mais espaço e facilite também o transporte.

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Fica aí a dica!
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Até mais,
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Global Limp.

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